Pequenos momentos em que se vislumbra uma coisa no seu estado mais puro, frágil, verdadeiro.
As pessoas, e os seus momentos de genuinidade.
Encontra-se nos primeiros segundos em que se olha alguém nos olhos pela primeira vez, nas palavras bêbadas de quem naquele momento não consegue ser nada mais do que sincero, num suspiro de amor, no bocejar de quem acorda e ainda não se lembra do mundo à sua volta.
Quando deixamos cair as barreiras entre a nossa essência e o mundo, quando não nos limitamos ou restringimos, quando não pensamos nem filtramos o ser, mostramos o que somos, libertamo-nos.
Quando deixamos cair as barreiras entre a nossa essência e o mundo, quando não nos limitamos ou restringimos, quando não pensamos nem filtramos o ser, mostramos o que somos, libertamo-nos.
Não há nada tão belo nem tão puro como isso.
Sem comentários:
Enviar um comentário