espírito livre
que de livre vontade
se prende
sempre uma última vez
neste caos emaranhado
teia de amores
e medos
que nos atrai
e nos consome
de olhos postos
em dias que passaram
ou ainda não chegaram
cegos ao presente
que escolhemos não ver
cúmplices e vulneráveis
ingénuos e apaixonados
repousamos
no caos de que fizémos casa
sempre pela última vez
Sem comentários:
Enviar um comentário