incerto
encontro-me, nua,
a céu aberto
de mãos vazias e
alma limpa
vejo mais longe
cedo ao que é certo
entrego-me a mim
ilimitada
constantemente
inacabada
cesso medos
e velhas histórias
abraço sonhos
e memórias
corro como quem
não se cansa
vivo entre a loucura
e a esperança
de assistir ao renascer
do que em mim eu vi morrer
do que em mim eu vi morrer
Sem comentários:
Enviar um comentário